google-site-verification=f-pSFHokuJvE9Ku_wLHBLw1IkvrhWWZBLp6RQ5OyjPA
top of page

PF deflagra operação para prender suspeitos de planejar morte e sequestro de autoridades brasileiras

22 de mar. de 2023
2 min de leitura

Na manhã desta quarta-feira (22), a Polícia Federal deflagrou uma operação para prender suspeitos de planejarem a morte e sequestro de autoridades brasileiras. De acordo com o ministro da Justiça, Flávio Dino, em coletiva de imprensa, um dos alvos da organização criminosa era o senador Sérgio Moro (União Brasil). Até por volta de 9h40, nove pessoas haviam sido presas. A ação, denominada Operação Sequaz , aconteceu em cidades do Paraná e São Paulo, onde estão os principais alvos e também em Rondônia e do Mato Grosso do Sul. Segundo a PF, o grupo criminoso seria responsável por planejar homicídios e extorsão mediante sequestro, contra políticos, juízes e policiais, em pelo menos cinco Estados. Nove pessoas foram presas, sob suspeitas de integrarem a facção criminosa.


Cerca de 120 policiais federais cumprem 24 mandados de busca e apreensão, sete mandados de prisão preventiva e quatro mandados de prisão temporária. A facção atua dentro e fora dos presídios do país e internacionalmente. Quando era ministro de Segurança Pública, Moro havia determinado a transferência de Marcos Willians Herbas Camacho, mais conhecido como Marcola, chefe da facção PCC, e de outros integrantes do grupo para presídios de segurança máxima. Na ocasião, o senador defendia o isolamento de organizações criminosas como forma de enfraquecê-las.


Segundo o ministro, Moro era o alvo original, porém não era o único. Segundo a PF, além de homicídio, os suspeitos pretendiam sequestrar autoridades públicas e que os ataques poderiam ocorrer de forma simultânea. Outro alvo dos criminosos era Lincoln Gakyia, do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), de Presidente Prudente, interior de São Paulo, devido às investigações comandadas por ele.

"Esses elementos indiciários, elementos de prova, conduziram a que Polícia Federal avançasse na investigação e chegasse na conclusão de que efetivamente havia um planejamento em curso para a execução de ações violentas tendo vários alvos, um promotor do estado de São Paulo", disse Dino ao se referir a Gakiya.

Ainda de acordo com os investigadores da PF, a retaliação a Moro seria motivada por mudanças no regime de visitas em presídios. O grupo criminoso também trabalhava com a ideia de sequestrar o senador para posteriormente negociar a liberação de Marcola. Ao menos dez criminosos efetuaram revezamento para monitorar a família do senador em Curitiba, segundo agentes. O grupo de criminosos chegou a alugar chácaras, casas e até um escritório ao lado dos endereços do senador. A família de Moro também teria sido monitorada por meses pela facção, informaram os investigadores.


Por meio de uma de suas redes sociais o da Justiça, Flávio Dino, comentou sobre a operação e confirmou que as vítimas seriam um senador e um promotor de Justiça.





Sérgio Moro, que deixou a magistratura em novembro de 2018 para ser ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Bolsonaro na época, confirmou por meio de sua conta no Twitter, a ameaça a ele e seus familiares e prometeu falar sobre o assunto ainda hoje.


  • Instagram
  • Facebook
  • Twitter
  • YouTube
  • LinkedIn
  • Telegram

Acompanhem em Nossas Redes 

©2021 - 2025 por civitas 360 News - Portal D&A News - todos os direitos reservados 

bottom of page