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Oito pessoas vão a julgamento acusadas por homicídio do jogador Diego Maradona, entenda mais o caso

23 de jun. de 2022
2 min de leitura

Diego Armando Maradona Franco (Maradona), ex-jogador e treinador de futebol, considerado um dos maiores jogadores de todos os tempos e maior jogador da história da Argentina, morreu aos 60 anos devido a um edema agudo de pulmão secundário e insuficiência cardíaca crónica reagudizada no dia 25 de novembro de 2020, causas que assim foram determinadas pelo laudo da autópsia médica feito no corpo do jogador na época.


O atleta foi hospitalizado após passar mal durante um jogo do time de futebol argentino Gimnasia, que ele treinava naquele ano e chegando ao hospital Diego precisou passar por uma cirurgia de emergência para aliviar uma pressão intracraniana e permaneceu lá até receber alta no dia 11 de novembro e desde então e passou a ser acompanhado por uma equipe especializada em sua residência, porém no dia que foi declarada sua morte ele chegou a ficar 12 horas sem atendimento médico até sofrer uma parada cardiorrespiratória e também não teve o devido acompanhamento.


Uma junta médica criada para apurar as circunstância da morte dele e a conclusão final sobre a investigação, um relatório contendo 70 páginas, revelou que os 7 profissionais de saúde que acompanhavam, um psiquiatra, um psicólogo, um neurocirurgião e médico pessoal do jogador, uma médica coordenadora e dois enfermeiros e mais dois médicos, foram culpados por sua morte, e assim sendo acusados de homicídio e negligência, ou seja, "abandonado o craque à própria morte".


Na quarta-feira (22), foi divulgado que os acusados serão levados a julgamento pela Justiça argentina por “presumido ato de homicídio simples”, uma acusação grave que significa tirar a vida com intenção, na decisão judicial, o juiz responsável citou questionamentos como “as condutas ativas ou omissas que cada um dos acusados teria desenvolvido e contribuído à realização do resultado lesivo.


De acordo com o código penal do país a pena pode variar entre oito a 25 anos, mas o julgamento ainda não há data definida para que ocorra.


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