google-site-verification=f-pSFHokuJvE9Ku_wLHBLw1IkvrhWWZBLp6RQ5OyjPA
top of page

​​Hamas liberta duas referências norte-americanas após acordo com corretores do Qatar

20 de out. de 2023
3 min de leitura

As duas pessoas libertadas foram identificadas como Judith e Natalia Raanan, originárias de Chicago, EUA. Eles estavam em uma visita a familiares no kibutz de Nahal Oz, localizado em Israel, quando foram sequestrados e posteriormente levados para Gaza.

Judith Raanan, à esquerda, e sua filha Natalie, 18, fotografada após a recente formatura de Natalie no ensino médio, em uma foto sem data fornecida pelo Rabino Meir Hecht - Foto Reprodução/ Acervo Raanan vía AP




Um representante do Hamas anunciou nesta sexta-feira (20), a libertação de duas mulheres que estavam entre os 203 reféns sequestrados pelo grupo terrorista. O governo de Israel confirmou essas libertações, que marcaram como as primeiras desde o início do conflito entre o Hamas e os israelenses. Conforme declarado por uma porta-voz do Al-Qassam, o braço armado do grupo terrorista, as reféns recém-libertadas são mãe e filha, ambas cidadãs dos Estados Unidos com nacionalidade israelense.


As duas foram sequestradas no kibutz Nahal Oz, a menos de 2 quilômetros de Gaza, quando militantes do Hamas, no dia 7 de outubro, quando o membros do grupo terrorista conseguiram romper uma cerca de alta tecnologia na fronteira. No ataque deste dia, 1.400 pessoas perderam a vida, a maioria delas civis, e mais de 200 indivíduos foram sequestrados, e levados como reféns para Gaza.


Reféns


As reféns liberadas foram identificadas como Judith e Natalia Raanan de Chicago. As duas vítimas viajaram para Israel com o propósito de passar as férias e comemorar o aniversário de um parente, que completou 85 anos, kibutz de Nahal Oz, em Israel, segundo informações do rabino Meir Hecht, após o período terem sido sequestradas, e posteriormente levados para Gaza.


Abu Ubaida, porta-voz do grupo Hamas, comunicou que a libertação das referências foi uma resposta aos esforços de mediação promovidos pelo Catar. Ele alegou que tal ação ocorreu por motivos humanitários, e também com a intenção de desmentir as acusações feitas pelo presidente Joe Biden e sua administração, ocorrências como falsas e infundadas, perante o povo americano e a comunidade global, conforme relatado pela Associated Press.


O Crescente Vermelho (Movimento Internacional da Cruz Vermelha), confirmou que recebeu as duas reféns, enquanto o governo de Israel anunciou que elas foram encaminhadas a uma base militar israelense.


Libertação


As duas pessoas foram liberadas após negociações com autoridades do governo do Qatar, conforme relatado pelo grupo terrorista. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, emitiu um comunicado no qual declarou que o governo dos EUA oferecerá apoio às duas reféns recém-libertadas para sua recuperação. O presidente americano também expressou sua grande satisfação com a libertação das duas reféns e o iminente retorno para suas famílias e assegurou que continuará empenhado em trabalhar para garantir a libertação dos outros reféns.


Negociações


O Qatar afirmou que manterá o diálogo com Israel e o Hamas, com o objetivo de assegurar a libertação de todos os reféns, visando, em última instância, reduzir a atual crise e restabelecer a paz. O governo de Israel informou que possui informações que indicam que a maioria das pessoas anteriormente mantidas como reféns pelo Hamas ainda está com vida.


Hamas


Na segunda-feira, o Hamas designou os não-israelenses que foram sequestrados como “convidados” e afirmou que sua libertação ocorreria de acordo com as condições locais permitidas. O Hamas também alegou anteriormente que mais de 20 reféns foram mortos em ataques aéreos, sem, no entanto, fornecer detalhes adicionais. Em contrapartida, Netanyahu priorizou a eliminação do Hamas em vez da libertação dos reféns, argumentando que a intensificação do ataque se tornou uma questão de sobrevivência nacional.


Essa abordagem anula um compromisso nacional de longa data que garante que "ninguém fosse deixado para trás". Em 2011, esse compromisso levou Israel a trocar mais de 1.000 prisioneiros palestinos pela libertação de um soldado israelense, Gilad Shalit, que ficaria detido por cinco anos.



  • Instagram
  • Facebook
  • Twitter
  • YouTube
  • LinkedIn
  • Telegram

Acompanhem em Nossas Redes 

©2021 - 2025 por civitas 360 News - Portal D&A News - todos os direitos reservados 

bottom of page