Nova subvariante da Omicrom provoca aumento da doença no mundo e acende alerta entre especialistas

A COVID-19, uma doença infecciosa causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, que nos últimos anos assolando a humanidade, vem cada vez mais apresentando novas mutações e nas últimas semanas no Brasil, uma nova versão da variante Omicron, foi a responsável pela morte de duas pessoas no país. A nova subvariante ''BQ.1.1'', foi identificada pela primeira vez no Amazonas em 20 de outubro, de acordo com relatórios da doença no país, o novo vírus já em diferentes estados brasileiros, acendendo assim uma preocupação entre os especialistas.
Após serem confirmado os primeiros casos positivos nos estados do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo registrou a primeira morte por decorrência da nova cepa BQ.1.1, se tratando de uma mulher de 72 anos com comorbidades, que veio a óbito no dia 17 de outubro depois de uma semana internada no Hospital São Paulo. Não foi confirmado se ela estava com o esquema vacinal contra a doença em dia. De acordo com os especialistas as subvariantes BQ.1 e BQ.1.1, são derivadas da variante BA.5, da Omicron e já respondem pelo aumento dos casos da doença nos Estados Unidos, Alemanha, França, Itália, Coreia do Sul e Nova Zelândia.
A característica principal que diferencia a BQ.1.1, é uma mutação na proteína spike, uma proteína na superfície do Sars-CoV-2 que permite que ele se ligue e infecte nossas células, fazendo com que não se saiba se esta nova cepa é mais ou menos transmissível e letal que as variantes já identificadas anteriormente ou se ela possui um escape muito maior da proteção das vacinas. Novas investigações foram iniciadas para obter dados mais concretos sobre a nova subvariante. A Organização Mundial da Saúde (OMS) está monitorando a nova subvariante, que já está em circulação em ao menos cinco estados brasileiros e cerca de 70 países.

























