Morreu nesta quinta, Gloria Maria, ícone da TV e jornalismo brasileiro

O jornalismo brasileiro acordou triste nesta quinta-feira (02), por meio de uma nota a TV Globo informou nesta manhã que a apresentadora e jornalista Glória Maria, morreu aos 4 anos, no Rio de Janeiro, “É com muita tristeza que anunciamos a morte de nossa colega, a jornalista Glória Maria”, diz a nota. Gloria em 2019, foi diagnosticada com um câncer de pulmão e desde então vinha lutando contra a doença, chegando a ter sucesso no primeiro tratamento imunoterápico no entanto, ela sofreu metástase no cérebro, que também pôde, inicialmente, ser tratada com êxito por meio de cirurgia, mas não houve progresso com os novos tratamentos. Ela deixa duas filhas adolescentes, Maria, de 15 anos, e Laura, de 14.
Considerada um ícone da TV brasileira, Glória Maria foi uma das mais influentes e respeitadas jornalistas no país. Nascida em 15 de agosto de 1949, Vila Isabel, Rio de Janeiro, começou sua carreira na década de 70, cobrindo eventos internacionais para a TV Globo. Desde então, ela se tornou uma referência no jornalismo brasileiro, cobrindo grandes acontecimentos e entrevistando personalidades importantes de todo o mundo. Gloria foi conhecida por sua abordagem rigorosa e objetiva aos assuntos, além de sua habilidade em colocar seus ensinados à vontade e extrair informações valiosas deles. Ela também foi conhecida por sua coragem e dedicação ao jornalismo, tendo cobertura de guerras e conflitos armados em países como Líbia, Iraque e Síria.
Além de sua carreira na TV, Glória Maria também tem uma longa história de ativismo social e político. Ela se posicionou publicamente a favor de questões como direitos humanos, democracia e igualdade de gênero, e se tornou uma voz importante na luta contra a corrupção e a impunidade no Brasil. Ao longo de sua carreira, Glória recebeu vários prêmios e homenagens por sua contribuição ao jornalismo e à sociedade brasileira. Dentre a sua vasta carreira no jornalismo, ela esteve à frente de grandes programas jornalísticos como o Jornal Nacional, Fantástico e Globo Repórter, além de muitos outros trabalhos dentro da emissora. Ela é considerada uma lenda no jornalismo brasileiro, uma fonte constante de inspiração para as novas gerações de jornalistas.

























