EUA registra primeira fraude com informações privilegiadas de criptomoedas, entenda o caso
Autoridades federais norte-americanas instauraram na quinta-feira (22), o primeiro caso de investigação de criptomoedas, após ter acusado um ex-gerente da Coinbase Global, a maior corretora de criptomoedas dos Estados Unidos, de cometer o chamado Insider Trading, ou seja, um esquema fraudulento no qual ele compartilhou informações privilegiadas com seu irmão e um amigo, beneficiando ambos a negociar no mercado e obter lucro, ele também em um caso complementar foi acusado de revelar nomes dos tokens digitais, que seriam lançados pela Coinbase. Tokens é um tipo de registros de itens virtuais ou não, que podem ser transferidos, comprados e vendidos, desta forma ele repassava uma lista para o irmão e o amigo para que comprarem grandes quantias dos ativos.
Os promotores apresentaram formalmente acusações sob sigilo em um tribunal federal de Manhattan, contra os três homens de fraude eletrônica e ao mesmo tempo, a Comissão de Valores Mobiliários (SEC, na sigla em inglês) abriu um processo civil contra eles. De acordo informado Ishan Wahi, ex-gerente de produtos da Coinbase, seu irmão, Nikhil Wahi e seu amigo Sameer Ramani, embolsaram aproximadamente US$ 1,5 milhão (R$ 8,5 milhões) em lucros ilegais com a prática criminosa.
Ainda segundo informado pelas autoridades federais os irmãos Wahi foram presos na manhã de quinta-feira em Seattle, uma cidade situada na enseada de Puget Sound, região do Noroeste Pacífico dos EUA, já Ramani encontra-se foragido. A SEC divulgou que títulos não registrados pode ter imensos efeitos no setor de criptomoedas, até mesmo, expor a Coinbase e outras plataformas a novas responsabilidades legais e requisitos regulatórios

























