Crise criptográfica: Como as moedas digitais passaram do constante crescimento ao colapso
Nos últimos anos, as Criptomoeda ou cibermoeda, vinham ganhando popularidade no mundo das finanças, porém desde de maio deste ano as moedas virtuais que fez algumas pessoas ganharem muito dinheiro, vem perdendo valorização no mercado e provocando grandes perdas para seus investidores, um exemplo é o bitcoin, que marcou o primeiro congelamento digital ao cair de seu pico.
O bitcoin sofreu uma longa queda, chegando a um impasse, caindo abaixo da marca de US$ 20.000 em um ponto neste mês, muito abaixo do pico de quase US$ 69.000, no qual atingiu em novembro passado, ou seja, uma queda em forma acentuada e espetacular, comparado a um mercado geral que foi estimado em mais de US$ 3 trilhões há apenas seis meses agora vale menos de US$ 1 trilhão.
As Criptomoeda é o nome para qualquer ativo digital que funciona como bitcoin, a criptomoeda original, que foi inventada em 2009, como um meio de troca, podendo ser centralizado ou descentralizado, utilizando a tecnologia de blockchain e criptografia para assegurar a validade das transações e a criação de novas unidades da moeda.
A crise das criptomoedas ocorreu por um conjunto de problemas de mercado mais amplos, em decorrência dos temores sobre o conflito na Ucrânia, da crescente inflação e dos custos de empréstimos mais altos que perseguem os investidores. Alguns analistas de mercado minimizam a perspectiva de um crash criptográfico, que pode desencadear sérios problemas em outros lugares nos mercados financeiros ou na economia global. O valor total de todas as criptomoedas é de cerca de US$ 1 trilhão atualmente (com o bitcoin representando cerca de 40% do total), o que se equipara com aproximadamente US$ 100 trilhões para os mercados de ações do mundo.

























