Atos pela democracia ocorrem em diversos estados brasileiros, confira os detalhes sobre o manifesto
Na manhã desta quinta-feira (11), 50 cidades em todos os estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal, deram início a uma "Manifestação em "Defesa da Democracia e do Estado Democrático de Direito", a maioria sendo realizadas em faculdades. Cartas foram e seguem sendo lidas para defender a democracia e o processo eleitoral no país. De acordo informado, essa data foi escolhida simbolicamente por marcar a criação dos cursos de direito no Brasil e também uma passeata contra o ex-presidente Fernando Collor de Mello, época em que sofreu impeachment ou destituição do exercício de suas funções na presidência de em 1992 e também porque em uma data próxima, ocorreu a leitura de um manifesto contra ditadura militar, no dia 8 de agosto em 1977.
Role para o lado
O ato teve início às 10h manhã desta quinta, em São Paulo, em frente a faculdade da USP (Universidade de São Paulo), a abertura da cerimônia foi feita pelo professor Carlos Gilberto Carlotti Júnior, reitor da instituição que em uma de suas falas disse que “Aqueles que rejeitam e agridem a democracia não protegem o saber”. Por volta das 11h, o ex-ministro da Justiça e presidente da Comissão Arns, José Carlos Dias, iniciou a leitura da carta no salão nobre da universidade.
O documento colheu 900 mil assinaturas e entre elas estão ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), bancários, empresários, artistas e diversas entidades, professores, alunos, banqueiros e candidatos à Presidência como Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB) e Felipe D'Avila (Novo). Os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Dilma Rousseff. A carta é uma resposta aos constantes ataques do atual Presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), contra o sistema eleitoral brasileiro e as urnas eletrônicas, que são utilizadas no processo das eleições implantadas desde 1996 no país e a mesma que elegeu o então presidente em outubro de 2018.

























